Hey There Delilah by Plain White T's

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Área Metropolitana de Lisboa

Lisboa é o pólo central da Área Metropolitana e da Região mais importante do País.
Assume esse papel nos planos económico, cultural, político e até simbólico.
A estrutura e o desenvolvimento equilibrado do País reclamam uma requalificação da centralidade que Lisboa tem naturalmente de assumir e, ao mesmo tempo, uma nova dinâmica de reequilíbrio regional e nacional.
Por outro lado, não é possível resolver adequadamente um amplo conjunto de questões urbanas como o transporte, as acessibilidades e os movimentos pendulares internos, o fim das barracas e os realojamentos, o saneamento e o tratamento dos resíduos sólidos, o turismo e outras actividades económicas, num quadro estritamente municipal.
A própria existência de empresas diferenciadas de carácter multi-municipal consagra essa constatação.
Estas realidades exigem a construção de um novo tipo de autarquias supra-municipais, baseadas em órgãos directamente eleitos pelas populações, capazes de gerir democraticamente estas situações.
As reservas à regionalização e a criação de estruturas mitigadas, sem competências e sem meios, incentivam as visões e práticas centralistas e governamentalizadas, agravam muitos problemas de ordem regional e metropolitana e adiam ou inviabilizam muitas soluções.

Objectivo estratégico

A CDU continuará a bater-se pelo objectivo da regionalização e a criação da Região Metropolitana de Lisboa

Prioridades

  • Desgovernamentalizar as estruturas existentes e incentivar a eleição directa da Assembleia e da Junta Metropolitana da Grande Área Metropolitana de Lisboa;

  • Contribuir para a definição de estratégias, de objectivos e de um programa metropolitano.


Outras acções


  • Procurar consensos que ajudem a defender todos os que residem e trabalham na região;

  • Consensualizar intervenções entre municípios para as diferentes áreas e situações.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Reflexão

Boas pessoal!


Antes demais um feliz ano novo e que este ano seja melhor do que o de 2007.

De facto, esqueci-me de por uma reflexão sobre o 1º periodo e por isso peço desculpa, mas como se costuma dizer que nunca é tarde, entao vou faze-la agora.

O 1º periodo ate não correu mal, tive 13, mas podia ter tido muito mais, embora que agora no 2º periodo vou tentar fazer muito melhor. Em relação ao meu comportamento, considero positvo, tentei aplicar-me ao máximo nos trabalhos de grupo e nas aulas.
Em relação à turma, acho que o comportamento poderia ter sido muito melhor, a nossa postura não foi lá muito correcta.
Em relação ao professor, foi tudo de bom, ele fez o seu melhor e empenhou-se ao maximo, como é costume.



Abraços e beijinhos

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Férias




Boas



Bem agora já estamos de férias...finalmente! lol


Aproveitem-nas bem, porque eu tambem :P

Para o 2º período temos que fazer melhor do que o 1º lol



Bem neste caso, aproveito para desejar um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo a todos vocês (colegas de turma, professores, famílias, amigos, etc) :D
Não se estraguem...
Beijinhos e abraços

domingo, 9 de dezembro de 2007

Trabalho Cidades





Estas três cidades fizeram parte de um estudo feito pelo jornal semanário Expresso (“Classificação Expresso das melhores cidades para viver em 2007”) onde se avaliava a qualidade de vida das diferentes cidades de Portugal consoante diferentes características, das quais escolhemos seis (comércio, segurança, qualidades dos espaços públicos, oferta cultural, alojamento turístico e qualidade urbanística).
O nosso grupo não escolheu estas três cidades ao acaso, pois tivemos em conta a cidade onde vivemos e também a classificação das outras duas para podermos enquadrar a “nossa cidade” na média. A cidade de Lisboa está neste ranking em 1º lugar e a cidade da Amadora em 40º lugar (último do ranking). Caldas da Rainha situa-se no 20º do ranking.
De todo o ranking que o semanário Expresso fez, nós apenas recolhemos seis dados de estas três cidades e construímos o gráfico acima representado.
Tratamento de informação
Através da observação do gráfico que construímos e com o auxilio da tabela também construída por nós podemos verificar que na relação destas três cidades:
· Ao nível do comércio, Lisboa ocupa o primeiro lugar. Ficando Amadora em segundo à frente das Caldas da Rainha.
· Quanto à segurança, é Caldas da Rainha que ocupa o primeiro lugar deixando assim para trás cidades tão importantes quanto Lisboa.
· A qualidade dos espaços públicos, respeita a ordem da classificação das três cidades em questão, ou seja, em primeiro, Lisboa, sem segundo Caldas da Rainha e por último, Amadora.
· Na oferta cultural, Lisboa é a cidade com melhor pontuação, de seguidamente aparece Caldas da Rainha e Amadora respectivamente.
· Caldas da Rainha é a pior cidade quanto ao alojamento turístico, e a melhor Lisboa.
· Caldas da Rainha fica novamente mal vista ao nível da qualidade urbanística, pois fica atrás de Lisboa e Amadora.
· Podemos então confirmar por último, que Lisboa está a frente, como já tínhamos referido em cima, da Caldas da Rainha e da Amadora respectivamente.

domingo, 4 de novembro de 2007

1º teste de geografia deste ano

Boas!

Bem pessoal amanhã há teste.... e eu ando um pouco atrapalhado porque não tive nenhum para estudar... :S mas ja estudei uma beca....
Tenho andado bue ocupado...e pronto amanhão logo se vê lol

Espero que amanhã o teste corra bem para nós todos e que tenhamos todos positiva :)
Hehe

bye


Beijinhos e abraços :D

domingo, 21 de outubro de 2007

A produção de vinho

A produção de vinho é diferente em todo o lado, ou através de métodos tradicionais ou atravavés de métodos modernos.
A sua produção requer muito trabalho e experiência desde à apanha da uva, até à sua fase final, o vinho.

No link a seguir, poderão ver em forma de esquema, o ciclo da produção do vinho tinto, branco e espumante.

http://www.cantanhede.com/po/accvisitapptinto.php3

Chuva de Junho provoca perdas em várias culturas portuguesas

O excesso de chuva de Junho poderá ter comprometido uma boa parte das principais culturas portuguesas. O olival, a vinha e a horticultura parecem ser os sectores mais afectados, mas os prejuízos estendem-se também à pecuária. À perspectiva de menor produção juntam-se maiores gastos nos tratamentos para salvar o que resta, devendo repercutir-se negativamente na bolsa do agricultor.Mário Abreu Lima, vice-presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), confirma "graves prejuízos" em diversas culturas, em resultado da pluviosidade e baixas temperaturas para a época, que alternaram com picos de calor esporádicos. Mário Pereira, presidente da Federação de Agricultura de Trás-os-Montes e Alto Douro (FATA), socorre-se mesmo de um provérbio para retratar a situação "Água de São João tira o vinho e não dá pão".A olivicultura é um dos sectores onde se adivinha maior quebra de produção, já que se encontra na "fase da limpa", que é fundamental para vingar o fruto. Porém, "os prejuízos são mais graves em Trás-os-Montes do que no Alentejo devido a maior avanço daquela fase da floração", justifica Abreu Lima. "Prevemos um mau ano de produção de azeite".O dirigente da FATA complementa que as oliveiras precisam, nesta época, de uma temperatura média "na ordem dos 20 graus" para poder concluir bem a fase de floração. "Com o tempo frio e húmido isso não acontece", explica. No entanto, para o presidente da Associação dos Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD), António Branco, "o cenário ainda não é muito grave", embora admita que existam zonas localizadas onde haja inferiores perspectivas de produção.Na viticultura, a principal preocupação relaciona-se com as doenças provocadas por fungos, como o oídio e o míldio. O problema estende-se de Norte a Sul do país, com especial incidência na Região Demarcada do Douro. "São doenças que proliferam muito rapidamente com este tempo", sustenta Abreu Lima, notando que "mesmo nas áreas tratadas não há eficácia dos produtos aplicados". "Se quiserem pegar nas uvas, os agricultores vão ter de reforçar bem o tratamento", acrescenta Mário Pereira.De acordo com este último responsável, as hortícolas estão também a sofrer bastante com o excesso de humidade na terra. O problema alarga-se à pecuária, já que os fenos que estavam segados e prontos para enfardar ficaram muito mais húmidos, o que cria problemas de armazenamento. O mesmo acontece com a aveia que é armazenada para os animais comerem durante o Inverno. "Vamos recolher muito pouco e com má qualidade", lamenta o dirigente da FATA.Na fruticultura não há, para já, notícias de prejuízos provocados pela chuva de Junho. António Nascimento, produtor de maçã e dirigente da empresa Frucar, de Carrazeda de Ansiães, sustenta que a situação "não é grave" e que, apesar de as grandes amplitudes térmicas verificadas não serem muito favoráveis para os pomares, e de a humidade estimular o aparecimento de algumas pragas, "não é nada que não se resolva com mais um tratamento".

in JN